6. Troca de Fluido

Curtas
& Boas

Troca de Fluido

Drenando o Sistema
Antes de drenar o sistema, mande analisar o fluido para verificar se é necessário fazer uma limpeza do sistema e sua extensão. Se a análise confirmar essa necessidade, drene o fluido a quente, por volta de 100°C, para facilitar a extração de resíduos sólidos. Para aumentar a eficiência da drenagem, mantenha a bomba de circulação funcionando até cavitar. Esse procedimento evita que os resíduos se sedimentem novamente durante a drenagem. Se possível, utilize uma corrente de N2 para arrastar o máximo possível de resíduos, principalmente das partes horizontais do sistema.

Recarregando o Sistema
Feche a válvula da descarga principal da bomba para circulação a frio, ou utilize uma bomba liga-desliga, para evitar danificar a bomba principal. Vagarosamente, introduza o fluido novo; à medida que a bomba cavitar e, gradualmente, aumente a circulação até que todas as áreas do sistema tenham sido completamente preenchidas. O fluido novo deve ser introduzido pela parte mais baixa possível do sistema, com os respiros do tanque de expansão abertos, para facilitar a saída de gases e de umidade.

Partida
Com o sistema em circulação ligue o aquecedor e aumente a temperatura vagarosamente até 100°C/120°C. Cavitação da bomba e névoa quente saindo do tanque de expansão são normais (são gases e umidade saindo do sistema). Essa mistura de gases e umidade deve ser eliminada através de um degasador ou pelos respiros abertos do tanque de expansão. Se possível, utilize uma leve corrente de gás inerte (o mais comum é o N2) para aumentar a eficiência do arraste. O sistema pode ser considerado seco e livre dos gases quando a bomba deixar de cavitar acima de 100°C/120°C. Veja também, nesta série, o Procedimento de Partida.

A série Curtas & Boas é um serviço informativo da PolyChem para profissionais da área de transferência de calor por fluidos térmicos.

Também disponível pelo telefone:
19 2516 - 7171.

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